A gente vive cercado de pensamentos, ideias, sensações e impulsos. Alguns pensamentos desfuncionais, que comumente chamamos de intrusivos. Em mim, esses geram estresse, culpa e exaustão, devido o cansaço mental por tentar fugir deles. Meu psicólogo, essa semana, os nomeou com um conceito da TCC "pensamentos formiga". Achei muito interessante. E faz sentido porque penso que tudo isso compõe a mente, esse cardápio infinito de possibilidades que se abre o tempo todo diante da gente. Mas a consciência é outra coisa. Ela é quem escolhe. Segundo meu psicólogo, a consciência é a essência.
Nessa era, fortemente, estimulada para o mental, eu sinto que estamos confusos, já não sabemos o que é nosso, o que é do outro. Tudo que pensamos vem de algum lugar, do que escutamos, apredemos com nossa criação, cultura e etc.
A mente oferece o menu, opções para todos os gostos, de ingredientes que você, sequer. gosta, mas estão lá. Mas o ponto de virada é que a consciência decide o que come.
A consciência é o lugar da escolha genuína. É quando a gente sai do automático, do “fiz porque senti” ou porque sempre foi assim, porque aprendi dessa forma, e entra num campo mais profundo, onde há presença, essência, discernimento.
Quando se gera consciência, nasce algo como uma identidade interna. A pessoa começa a saber quem é, o que quer, o que faz sentido. A consciência vira parâmetro porque ela organiza, alinha, dá direção.
Mas gerar consciência não é um ato mental puro. É processo. É reflexão, elaboração, autoconhecimento. É conversa com o corpo, porque o corpo confirma o que é verdadeiro. A consciência não se fabrica no pensamento, se cultiva na escuta.
A mente oferece o menu, opções para todos os gostos, de ingredientes que você, sequer. gosta, mas estão lá. Mas o ponto de virada é que a consciência decide o que come.
A consciência é o lugar da escolha genuína. É quando a gente sai do automático, do “fiz porque senti” ou porque sempre foi assim, porque aprendi dessa forma, e entra num campo mais profundo, onde há presença, essência, discernimento.
Quando se gera consciência, nasce algo como uma identidade interna. A pessoa começa a saber quem é, o que quer, o que faz sentido. A consciência vira parâmetro porque ela organiza, alinha, dá direção.
Mas gerar consciência não é um ato mental puro. É processo. É reflexão, elaboração, autoconhecimento. É conversa com o corpo, porque o corpo confirma o que é verdadeiro. A consciência não se fabrica no pensamento, se cultiva na escuta.

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